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Rockbabes...
Bem, vejam que mundo engraçado. Sou desenhista de produção de um filme independente chamado Rockgirls. Vou cuidar da arte conceitual e dos storyboards. Aí esta o primeiro desenho, mostrando a protagonista. Cliquem aqui para ampliar.
T+
O cinzento mundinho colorido...
Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events é baseado nos primeiros volumes de uma coleção de livros que retratam as desafortunadas aventuras de três órfãos, Violet (não a dos Incríveis), Klaus e Sunny, que depois perderem os pais num incêndio, passam a pular de casa em casa, conhecendo os parentes mais inusitados e sempre perseguidos pelo excêntrico Conde Olaf, que esta atrás da herança das crianças.
Apresentado o enredo, vamos ao filme (já que eu não li livro nenhum). A principal impressão é que seria o filme perfeito para o Tim Burton dirigir, justamente por possuir aquele tom sinistro e bonitinho ao mesmo tempo. Infelizmente não é ele quem dirige, o que deixa o filme menos dark do que eu gostaria que fosse. De qualquer maneira, é um bom divertimento.
Visualmente falando o filme e maravilhoso. Tudo num tom cinzento, meio gótico, no estilo Família Addams (não é por acaso que tem a mão de Barry Sonnenfeld em ambos). A música poderia ficar melhor nas mãos de Danny Elfman, mas o compositor Thomas Newman não faz feio. Os personagens são o ponto forte e bem carismáticos. Violet é a mais velha, menina esperta e inventora. Klaus é um rato de livro e consegue se lembrar de tudo que aprende lendo. Sunny é um bebê que adora morder qualquer coisa, além de ser a coisa mais fofa do mundo (sacada interessante eles legendarem suas "falas"). Conde Olaf é o vilão da história, um ator de merda, cheio de excentricidades, que se acha o melhor do mundo... além de ser o personagem mais hilário do filme. Bem, o que não fica hilário na mão de Jim Carrey? As caretas típicas do comediante estão presentes, é claro, mas por debaixo de uma maqueiagem que o deixa completamente diferente do que estamos acostumados. Olaf imitando um Tiranossauro é impagável.
O filme também ainda conta com Maryl Streep, Dustin Hoffman fanzendo pontinha, e Jude Law, como o próprio Lemony Snicket, narrando a história.
Algumas questões ficam abertas e quem não conhece a série de livros pode ficar perdido. Não se explica muito sobre o tal grupo que os pais das crianças pertenciam e não se fala do significado da luneta. Assistam pra saber do que estou falando.
É um filme legal, mas que deixa aquela sensação de que poderia ser melhor executado. Ainda assim, na minha opinião, possui um um visual e um grupo de personagens mais interessantes do que Harry Potter.
E falando no tio Burton, confiram aqui o trailer de sua nova animação, The Corpse Bride.
T+
O Tarantino japa...
Takeshi Kitano (do filme Brother) é um puta diretor japonês, especializado em filmes sobre a Yakuza. Seu estilo é seco, cruel, sem romantismos, e direto ao ponto. Violência e bom humor são suas marcas, mesmo porque o cara costumava ser um comediante, antes de se aventurar pelos filmes sobre a máfia. Não é por acaso que o diretor de Kill Bill é seu fã.
Zatoichi foge um pouco dos filmes anteriores do sujeito, por retratar um espadachim cego do Japão feudal. Mesmo assim, o tema central ainda é a máfia. A contagem de corpos é enorme e a computação gráfica esta sempre presente para criar uma estilização do sangue jorrando, e membros sendo cortados. Apesar de toda a violência, o filme conta com um senso de humor surpreendente, com direito a número musical no final e a participação do equivalente japonês do Stomp.
No balanço final das coisas, acaba sendo o filme mais divertido do cara. Vale muito a pena ser conferido. Quem puder alugar em área 1, alugue. Senão espera.
T+
Muita gostosura pra pouco roteiro...
Assisti Elektra, filme solo da assassina mais famosa do mundo dos quadrinhos. Já fui não esperando grandes coisas. É uma merda? Claro que é, mas não chega a ser uma bosta tão cabeluda e cheia de mosquito quanto Mulher-Gato (Crapwoman).
Milhões de clichês e alterações desnecessárias do material das revistas. Tipo assim, os X-Men dos quadrinhos são uma bagunça em termos de cronologia e os personagens vivem mudando de acordo com a dança nas cadeiras dos roteiristas, por isso o filme sofre alterações válidas para o cinema, criando assim uma nova linha de história (adicione também um puta diretor). Agora, com Elektra, beeeeeeemmmmm, você tem todo um belo repertório escrito por Frank Miller e tantos outros, que poderiam constituir num puta roteiro, que além de bom, de quebra ainda seria fiel a fonte, mas que é devidamente ignorado. Conclusão, temos um Stick bundão, se comparado ao filho da puta que ele realmente é, uma Mary Typhoid jogada pro segundo plano, e uma Elektra com visão "Thundercat" além do alcanse e que praticamente se teleporta. Isto somado ao veeeeeelho clichê da historinha do "the chosen one" que já esta dando no saco. Por que diabos todos os heróis do cinema hoje em dia tem que ser os escolhidos e predestinados de alguma merda? Por que eles não podem mais apenas... ser o que eles são?
Bem, a Marvel nos deu X2 e Homem-Aranha 2... ela ainda esta na vantagem. Eu dou meu perdão.
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Alexander, the Gay!
Não... não estou falando da homosexualidade do conquistador macedônico (aliás, que bom que ela não foi deixada de lado, para demonstrar o mínimo de respeito histórico), mas sim do filme que retrata um dos maiores nomes da história antiga, grande líder militar, estrategista nato, como um franguinho chorão que não consegue por ordem na casa.
O filme do tio Stone se foca mais no dramalhão do que no épico, o que acaba estragando tudo, deixando de lado fatos importantes da vida de Alexandre, não transmitindo carisma para o personagem.
Isto é uma análise por alto. Não vou entrar em detalhes. Já esta de madrugada, acabei de chegar da rua e estou cansado. Basta saber que pisaram na bola feio.
Peeeeeeelo menos, o filme é bonito pra caralho, e tem a Angelina Jolie... dã!
T+
Mais desenho...
WCPD é uma veeeeelha história minha. Espero este ano finalmente começar a fazer a HQ desse negócio. Cliquem aqui para ampliar.
Ah! E pra quem não sabe, todo desenho meu que eu coloco aqui no blog, vai pra minha galeria aí do lado.
T+
Começando os rabiscos de 2005...
Minha personagem de um joguinho de super-heróis, a Laracna (o professor Tolkien deve estar se revirando no túmulo), também conhecida como a garota-alternativa-aranha... hehehehehe! Cliquem aqui para ampliar.
Este desenho é praqueles que achavam que eu não sabia fazer pernas.
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Will Eisner
O mestre, criador do Spirit, morreu nesta segunda, aos 87 anos. Vai fazer muita falta com certeza. O cara foi inovador no jeito de se contar uma história em quadrinhos, criando toda uma linguagem própria que virou referência para muitos.
Este desenho meu é antigo, mas serve de homenagem. Cliquem aqui para ampliar.
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2 0 0 5
Hey, folks! Passei meu réveillon em Itacuruça, numa pequena ilha de uns amigos meus. A virada do ano foi com música eletrônica, numa rave improvisada, com direito a light sticks e luzes piscantes. Me senti em Zion, praticamente. Eu fiquei trêbado. Acabei sozinho com uma garrafa de vodka e acordei com altos lapsos de memória. Felizmente não botei pra fora o que havia comido, mas passei a tarde do primeiro dia do ano numa ressaca miserável. Foi uma boa maneira de começar 2005, com certeza. Levando em consideração que passei minhas últimas passagens de ano em casa sem porra nenhuma pra fazer, essa pequena viagem com amigos foi muito bem-vinda. Estou queimado de sol e com muitos neurônios faltando. Yeeaaahhhh!
Mãe de um amigo meu - "Acabaram com a vodka?"
Eu, sentado ao lado dela (com ressaca) - "Acabei!"
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Para o Sobrecarga...
Charge meio em cima da hora para o Natal, mas só agora bateu inspiração. Cliquem aqui para ampliar.
Boas Festas, cambada!
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My prrrreeeeeeciussss!
Chegou aqui em casa hoje e já assisti. São mais de quatro horas do melhor que há em termos de cinema. As cenas adicionais são maravilhosas, embora tenha faltado um ou outro detalhe que eu gostaria que entrasse. Mas de qualquer maneira, o que já era excelente, ficou mais foooooda ainda.
Agora eu tenho que dar uma saída, mas pretendo passar o fim de semana vendo extras e mais extras.
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So sad...
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O primeiro foi meio mais ou menos, mas rendeu um bom futuro para os filmes da Marvel que estavam por vir. O segundo, muito bom, com uma excelente direção de Guilhermo Del Toro, trazendo boas cenas de ação e um clima mais sinistro. O terceiro, beeeeeemmmmmm...
Blade Trinity tem bons personagens, tem orçamento, tem o vilão supremo, mas tem uma direção de meeeeerrrrrrda. David S. Goyer que foi roteirista dos filmes anteriores, e deste também, foi querer inventar de ser diretor, e só fez cagada.
Blade dessa vez é caçado pela polícia e recebe a ajuda de um grupo de caçadores chamados Nightstalker, que o auxiliam na batalha contra o vampiro primordial, Drácula (Dominic Purcell, da série John Doe). Novos personagens nos são apresentados, como a filha de Whistler, Abigail (a belíssima Jessica Biel) e Hannibal King (Ryan Reynolds), um sarcástico caçador, que costumava ser um vampiro. Ele aliás, rouba a cena arrancando boas gargalhadas. E é claro, temos Snipes mais uma vez fazendo bem o seu papel de anti-super-herói-cool, que não leva desaforo pra casa.
Infelizmente, as coisas boas param por aí. O roteiro o filme é simplista, mas mesmo assim mal mandado pacas (com furos horrendos). A direção é de principiante que não sabe criar um clima adequado, não tem um bom timing, faltam maiores noções de storytelling, possui tomadas pobres, e nem ao menos sabe conduzir uma boa seqüência de ação (se bobear, o primeiro filme ainda é melhor nesse quesito). Tipo assim... dá na minha mão que eu faço melhor.
É como se o segundo filme, que foi excelente perto desse, não tivesse deixado nenhuma lição a ser aprendida. É foda mesmo! Uma pena... Blade é legal, só precisa de um diretor competente.
T+
Clash of titans...
Acabo de voltar do show que reuniu Pennywise e Bad Religion. Desnecessário dizer que estou estragado de cansaço e sem voz. Fooooda! "I'm not coming with the same old stooooory!"
O Bad Religion encerrou com American Jesus. Já os caras do Pennywise usaram esta:
Bro Hymn Tribute
To all our friends present past and beyond
though you weren't with us too long
life is the most precious thing you could lose
while you were here the fun was never endin
glaugh a minute was only the beginning
Jason Mathew Thrisk this one’s for you
ever get the feeling you can't go on
just remember whose side it is that you're on
you've got friends with you 'till the end
if you're ever in a tough situation
we'll be there with no hesitation
brotherhood's our rule we cannot bend
when you're feeling too close to the bottom
you know who it is you can count on
someone will pick you up again
we can conquer anything together
all of us are bonded forever
if you die I die that's the way it is
To all our friends present past and beyond
to all those who weren't with us too long
life is the most precious thing you could lose
while you were here the fun was never ending
laugh a minute only the beginning
jason my brother this one’s just for you
T+
Natal digital...
Assisti hoje ao Expresso Polar. Gostaria de ter visto um filme assim uns 17 anos atrás, para poder embarcar neste conto de fantasia por completo, deixando todo meu lado cínico de lado. Ainda assim o longa manda muito bem, contando uma história até simples, mas cheia de imaginação. Acho que veio numa época certa, afinal as crianças americanas precisam acreditar em alguma coisa verdadeiramente boa, já que elas tem uma besta apocalíptica no domínio do país.
A história gira em torno de um garoto (cujo nome não é citado), que anda meio descrente com Papai Noel, e acaba ganhando uma passagem a bordo do trem mágico que segue em direção ao Pólo Norte.
Mas o que me levou mesmo a assistir o filme, foi a técnica de animação empregada, em que a atuação dos atores era capturada para o ambiente virtual, fazendo com que Tom Hanks, Nona Gaye (a Zee de Reloaded e Revolutions) e Peter Scolari tivessem a oportunidade de viver personagens completamente diferentes, como crianças por exemplo. Só o tio Hanks ficou com seis papéis diferentes, incluindo o do bom velhinho. Outra coisa que caiu bem com a computação gráfica foi a composição dos cenários, um mais bonito que o outro.
O filme é dirigido por Robert Zemeckis, o cara que nos trouxe pérolas como De Volta para o Futuro. Pra variar, onde o sujeito bota a mão, nasce alguma coisa boa. Acho que O Expresso Polar pode se considerar um clássico infantil desde já.
T+
Eu vou...
Ao show de aniversário da rádio Cidade, por um... não... DOIS motivos simples: Pennywise (foto) e Bad Religion no mesmo dia. Punk rock na alma.
É a primeira vez dos caras do Pennywise por aqui. É uma de minhas bandas favoritas, tenho quase todos os discos e quando eu ouvi, dirigindo o meu carro, que eles marcariam presença, juntamente com outra banda foda, que é o Bad Religion, eu simplesmente liguei a seta e virei em direção ao Via Parque, sem pensar duas vezes, para comprar o ingresso no Claro Hall. Foi um preço salgado, pra quem não tem mais carteirinha de estudante, mas valeu cada centavo. Infelizmente vou ter que aturar duas bandas antes dos caras, mas tá beleza. O CPM22 eu quero que se foda. Já o Dead Fish, ouvi falarem bem, mas nunca ouvi tocando.
Dia 5... Domingo... às sete da noite. Até que enfim a rádio Cidade fez algo que preste.
T+
Natal feliz para o papai aqui...
Esta gracinha será lançada dia 14 de Dezembro. Ainda estou vendo se consigo a versão de gente grande, que é essa da foto, ou a versão pra pobre, que não vem com a miniatura de Minas Tirith e o dvd de bônus que fala sobre a Sinfonia de Lord of the Rings, do Howard Shore.
Serão 50 minutos de cenas a mais, totalizando mais de quatro de babação diante do melhor filme já feito. Quem quiser ver um trailer com as cenas adicionais, dá uma passadinha no site oficial. Dia 29 deve sair mais um preview com seis minutos.
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Novos rabiscos - Spider-Man and Doc Ock...
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Eu deveria fazer mais desenhos do Homem-Aranha, afinal é o meu personagem favorito, mas fazer aquelas teias no uniforme é um saco.
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