A história, diferente da do segundo game, é bem mais focada. Kratos só quer matar Zeus... e quem mais ficar no seu caminho. Para tanto, é necessário realizar certas tarefas, como a de resgatar a menina Pandora (talvez a única alma neste mundo por quem Kratos ainda nutre alguma afeição, por lembrar de sua filha), numa trama que mais uma vez envolve a famosa caixa.
sexta-feira, março 26, 2010
A Mitologia Grega é minha puta!
A história, diferente da do segundo game, é bem mais focada. Kratos só quer matar Zeus... e quem mais ficar no seu caminho. Para tanto, é necessário realizar certas tarefas, como a de resgatar a menina Pandora (talvez a única alma neste mundo por quem Kratos ainda nutre alguma afeição, por lembrar de sua filha), numa trama que mais uma vez envolve a famosa caixa.
terça-feira, março 09, 2010
Albino, careca e furioso...
sábado, março 06, 2010
Comemorando!
Momento histórico da animação brasileira aconteceu num boteco pé-sujo aqui no Centro do Rio, quando pessoas de três estúdios diferentes (Labocine, 2D Lab, onde eu estou trabalhando, e Copa Studio) se reuniram para comemorar a vitória do Tromba Trem (do Copa) no Anima TV. Depois de um piloto foda (que pode ser visto AQUI por completo), eles foram um dos dois contemplados a ter uma primeira temporada completa. Um grande passo pro desenho animado no Brasil, e quem sabe, depois disso, o povão pare de achar que animador é recreador de festinha... porra!
Anyway... PARABÉNS ZÉ, PARABÉNS FELIPE, PARABÉNS SOLDADO, PARABÉNS RAMON, PARABÉNS MAURÍCIO, PARABÉNS A TODOS QUE FIZERAM ESSA DIVERTIDA E DESPIROCADA AVENTURA!!!

Ahhh! E é claro, parabéns a galera do Carrapatos e Catapultas, que também mereceu muuuuuito a vitória. Não tava levando tanta fé assim, pois apesar de ter gostado pacas do piloto, achei que o júri iria achar a animação meio adulta, mas foi uma grata surpresa mesmo. Teremos aí duas séries foooodas para assistir, e totalmente nacionais.
E no meio do ano, estréia do Discovery Kids, My Big Big Friend, da 2D Lab (onde eu estou trabalhando), em parceria com a Breaktrough do Canadá. Fiquem de olho.
T+
domingo, fevereiro 28, 2010
Alguns novos rabiscos...
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Godmode novo e o retorno à Rapture
Godmode novo, falando sobre os jogos de survival horror. Tema muito apropriado pois recentemente eu coloquei minhas patas em Bioshock 2, que se encaixa mais ou menos no gênero.
Deixei a Capital Wasteland de lado um pouquinho para me dedicar a uma viagem submarina, que deve me prender pelo fim de semana todo.
Tava querendo comprar, mas o danado não chegava na loja, então eis que meus chefes viajam para Nova Iorque, pruma feira de animação infantil, e trazem alguns novos jogos de lá, Bioshock 2 inclusive, e deixam pelo estúdio para quem quisesse levar pra casa emprestado. Quando eu falo isso para os meus amigos de empregos normais, eles ficam com raiva... hehehehe!
Infelizmente minhas impressões sobre o game foram mornas. Gostei, mas acho que deveria ter gostado muito mais. Bioshock 2 deveria ter feito minha cabeça explodir, mas não fez. Ainda é do caralho. Voltar à Rapture é como estar em casa novamente. Dessa vez você esta na pele de um Big Daddy das antigas e a cidade esta nas mãos de uma louca comunista, que além dos splicers, também controla as Big Sisters.
Mas o game perdeu o elemento de novidade. Os gráficos deram uma envelhecida, e tirando os personagens, os cenários não evoluíram em nada. A Unreal Engine anda mesmo precisando de uma nova versão. A história, pelo pouco que vi (ainda estou nas fases iniciais), continua te prendendo, mas é mais linear. O que eu mais gostei foi a sua relação com as Little Sisters, já que coletar adam não é mais tão simples. Você precisa matar outro Big Daddy, adotar a Little Sister e levá-la até corpos contendo o precioso líquido. Enquanto ela extrai, você tem que defendê-la de uma horda de famintos splicers. E acredite, por mais bem armado que você, um Big Daddy, seja, você ainda apanha, e muito, então, seja esperto antes de botar a menininha pra coletar gosminha de defunto e prepare seu terreno... Bioshock style! Hackear dessa vez não é um minigame chato pra caralho. Ficou mais fácil, mas em compensação não pausa o jogo, então fique de olho em turretas e câmeras, antes de chamar a atenção dos inimigos.
A grande novidade é o multiplayer, que ainda não experimentei, então melhor não falar nada. Assistam ao review do Game Trailers abaixo.
T+
sábado, fevereiro 20, 2010
O lobo e a wasteland...
Não vou nem pedir desculpas pela demora pra atualizar, porque já virou rotina. Passei o carnaval como um bom nerd e fiquei jogando como um viciado Fallout 3 - Game of the Year Edition, um jogo tão pesado de conteúdo que faz o seu PS3 rodar como um PC velho.
Essa versão vem com todas as expansões e aquilo que já era bom, ficou ainda melhor. Já falei pelo meu amor a este rpg/shooter pós-apocalíptico aqui. Não custa dizer novamente: Fallout, eu amo você. Não há jogo mais imersivo do que este. É o meu WoW offline, minha jornada solitária pela Capital Wasteland (ou por Point of Lookout, ou The Pitt, ou Mothership Zeta, ou...). A melhor relação custo\benefício de um game, que pode se alongar por muuuuuuitas horas a mais do que apenas sua quest principal. O importante aqui é a jornada e a exploração.
Quem curte rpg, PRECISA jogar este. Fica aí a dica, junto à rasgação de seda. E que venha Fallout - New Vegas, ainda este ano, eu espero.
Ainda aproveitando o carnaval nerd, tirei um dia para assistir The Wolfman, o remake do cláááááássico filme de monstro da Universal. E como uma homenagem, ficou perfeito, pois mantém o climão de terror das antigas, mas com efeitos modernos e mais tripas, para mostrar pra essa geração Crepúsculo o que é um filme de monstro para adultos.
Algumas pessoas acharam foda, outras acharam fraco, eu achei revigorante, nostálgico e divertido. Não é o filme definitivo sobre o tema, mas é uma volta às origens muito bem-vinda.
Eu só fiquei chocado... ou não, afinal isto é Brasil... de ver ver um pai com uma criança pequena levantando no meio da sessão para sair. Porra! Será que depois de meia hora de sangue e tripas ele percebeu que aquilo não era Alvin e os Esquilos 2? Enfim, pais retardados... o mundo esta cheio.
T+
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Holocast e Godmode 2
domingo, janeiro 24, 2010
Anima TV
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Godmode
sábado, janeiro 16, 2010
Ainda vivo...
... Mas bastante ocupado nos últimos dias. Depois do final de semana de festas do fim de ano, já tive que voltar ao batente, sem férias e de emprego novo, onde a ralação para entregar uma série animada é fooooda! Mas um ambiente muito legal para se estar se você é da área. Estou tendo poucas horas vagas para fazer aquelas ilustrações coloridas no Photoshop, mas espero voltar a elas numa folguinha qualquer.
quinta-feira, dezembro 31, 2009
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Ainda o rei do mundo...
sexta-feira, dezembro 04, 2009
Among Thieves
domingo, novembro 22, 2009
Invaders must DIIIIIEEEEEEE!
(Chupado da Wiki) The Prodigy é uma banda britânica de música eletrónica, considerada uma das maiores referências de um sub-género desta, o big beat. Iniciaram a sua carreira em 1990, quando Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill se cruzaram num clube na cidade onde viviam, Essex e decidiram formar um grupo. A intenção era Keith e Leeroy ocuparem a posição de dançarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto aconteceu no The Labyrinth em 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (no papel de MC), acabando por ficar até hoje nessa função.
Desde então a banda que começou a tocar em raves pelo Reino Unido tem realizado concertos em vários pontos do mundo, passando pelos principais palcos e festivais da Europa, Austrália e Estados Unidos, até aos destinos menos usuais, como Líbano, Indonésia e Malásia. A banda possui já anos de experiência, com altos e baixos, sendo o auge da carreira em termos comerciais quando o compacto "Firestarter" em 1996despontou na grande mídia. A par do compacto seguinte, "Breathe", "Firestarter" criou condições para que o terceiro álbum da banda The Fat of the Land fosse topo de parada em vários países (22 ao todo, na primeira semana seguinte ao lançamento) expandindo assim ainda mais a sua base de fãs. A banda já recebeu várias nomeações e prémios da indústria discográfica, no qual o destaque vai para Grammys e vitórias em várias categorias da entrega anual dos Prémios Europeus de Música da MTV.
Em 2000, Leeroy Thornhill abandona o grupo de forma definitiva, dedicando-se ao seu projecto Flightcrank e ao djing. A sua saída, só se fez sentir no espectáculo ao vivo, já que este nunca contribuiu para a música da banda.
Em 2004, lançam Always Outnumbered, Never Outgunned, álbum que não conta com os préstimos de Keith e Maxim nas vocalizações, tendo o mentor dos The Prodigy, preferido por convidar outros artistas, como a atriz Juliette Lewis, Liam Gallagher dos Oasis. O álbum não foi bem acolhido, quer pela critica quer pelos fãs, por possuir uma sonoridade electro, género que se viria a tornar popular pouco depois.
Em 2005, é lançada a compilação Their Law, The Singles, uma compilação que agrupa todos os singles da banda, excepto Fire e Babys Got a Temper. É lançado ao mesmo tempo um DVD, com o mesmo nome, que reune os videos da banda e uma atuação ao vivo de 1997 na Brixton Academy.
Em 2006, abandonam a sua gravadora de sempre, a XL-Recordings, e formam a sua própria editora, Take Me To The Hospital, que está indexada à Cooking Vinyl.
Em 2007 a banda deu alguns concertos sobretudo em festivais, em países como o Dubai, Portugal (Creamfields), Espanha e Bélgica, preparando o próximo álbum de originais.
O novo álbum, editado no dia 23 de Fevereiro de 2009, chama-se Invaders Must Die. O primeiro avanço de apresentação deste álbum, foi disponibilizado gratuitamente no site da banda e com um vídeo, apesar desta faixa, "Invaders Must Die" (que conta com a participação de James Rushent dos Does It Offend You Yeah?) não ser um single, já que não houve edição física do disco ou venda digital do mesmo. A faixa "Run With The Wolves" e a "Stand Up" tem a participação de Dave Grohl, (Foo Fighters, Nirvana). O primeiro single chama-se Omen (este tema na alemanha chama-se apenas O, devia a ameaça judicial de um grupo de eurodance dos anos noventa, chamado Magic Affair, já que estes tiveram um sucesso nos anos 90 com uma música intitulada de Omen III (pode ser ouvida no youtube).
O primeiro single do álbum Invaders Must Die foi Omen (Fevereiro 2009), o segundo Warriors Dance (Maio 2009) e o terceiro Take Me To The Hospital (Agosto 2009). (fim da Wiki)
Mas porque to fazendo esse post agora? Pois só agora eu catei aqui um show deles no Rock Am Ring, da MTV, na Alemanha, e trouxe de volta toda minha adolescência de revoltado. O Prodigy pra mim sempre foi the fucking supreme band de música eletrônica. Era o mais próximo que eu tinha de cyberpunk, além de Atari Teenage Riot, outra puta referência. Quero que a galera que lê o blog regularmente saiba de onde ele veio e o tipo de som eu escuto. Assisti o Prodigy ao vivo quando o Metropolitan ainda era Metropolitan, e os caras estiveram por aqui de novo em outras oportunidades que eu deixei passar por pura falta de grana. Ser pobre é uma merda!
Mas pra quem não conhecia (ou viveu numa caverna durante a década de 90) fica aí a dica. É pra dançar e bater a cabeça ao mesmo tempo. Liam Howlett... tu manda bem pra caralho!
I'm the trouble starter, punkin' instigator
I'm the fear addicted, a danger illustrated
I'm a firestarter, twisted firestarter
You're the firestarter, twisted firestarter
I'm a firestarter, twisted firestarter
I'm the bitch you hated, filth infatuated - yeeeaaaah
I'm the pain(t) you tasted, well intoxicated
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I'm the one infected, twisted animator
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