skip to main |
skip to sidebar
Vi hoje...
Robots, a nova animação da galera da Blue Sky, que fez Era do Gelo, também dos diretores Chris Wedge e o brasileiro Carlos Saldanha. O visual é fantástico, tudo muito colorido, com design pra lá de criativo. A animação é excelente, com texturas maravilhosas. O filme é cheio de personagens interessantes e engraçados. Com muitas gags visuais engraçadíssimas e piadas referenciais. O roteiro? Beeeemmmm... é mais ou menos, mas não chega a estragar a produção.A história de um robô de uma pequena cidade que vai perseguir seu sonho de se tornar um inventor na grande metrópole de Robot City e acaba descobrindo que seu herói de infância foi forçado a se aposentar e sua empresa agora está no comando de um executivo inescrupuloso. O nosso herói então se junta a um bando de robôs à beira de virarem sucata para dar a volta por cima e salvar o dia. Viram? Clichê pra caralho, mas o que vale mesmo é a diversão. Incrivelmente, a piada que arranca mais gargalhadas na projeção é uma piada sobre peido, e não estou desvalorizando as outras cenas cômicas, que também eram inspiradas.No elenco de vozes temos Ewan McGregor, Robin Williams, Greg Kinnear, Stanley Tucci, Diane Wiest, Mel Brooks, Jim Broadbent, Halle Berry, Amanda Bynes, Drew Carey, Jennifer Coolidge, Paul Giamatti, Dan Hedaya, James Earl ' Vader' Jones, Jay Leno, Natasha Lyonne e Stephen Tobolowski.Santo design gráfico, Batman...
Este ficou do caralho!T+
Tá podendo, JD!
Scrubs é uma das melhores comédias televisivas da atualidade, seja pelo seu texto pra lá de cínico, seu humor nonsense ou seus personagens doidos e carismáticos. Zach Braff é a estrela do programa, interpretando o atrapalhado Dr. John "JD" Dorian, que te faz dar risada só de olhar pra cara do sujeito.Hoje fui assistir ao filme Hora de Voltar, que não é apenas protagonizado pelo cara, mas também é escrito e dirigido. O resultado é um drama/comédia de excelente qualidade. Vocês me conhecem e sabem que eu gosto é de filme pipoca com orçamente na casa dos 100 milhões, então quando eu falo bem de produções independente, é porque elas valem a pena... hehehehehe!A história é sobre um ator fracassado (Braff), viciado em remédios, que tem que voltar pra cidade onde cresceu por causa da morte da mãe. No processo ele larga os medicamentos e vai aos poucos acordando pra vida. Ele conhece e se apaixona por uma moça pra lá de maluquinha, Sam (Natalie Portman), e também tem que encarar o passado conversando com seu pai, interpretado por Ian Holm. No caminho conhecemos vários personagens peculiares e rimos bastante. Claro que há o lado dramático da coisa, mas nada que deixe o espectador deprimido. Tipo assim, Requiém para um Sonho é legal e tal, mas eu não paguei a porra da entrada pra me sentir mal com a vida, caralho!Bem, é isso. Assistam!T+
Não doeu tanto, doeu?
Assisti ontem Constantine, filme baseado num dos personagens mais famosos do universo Vertigo da DC. Bem, pra começo de conversa, o filme é muito bom SEEEEEEE você desligar o modo fã babão.Normalmente eu não sou de reclamar (muito) por causa de mudanças nas adaptações, mas o que mais me deixa puto nesse filme são que as razões para as mudanças são imbecis demais. Dava pra usar praticamente o mesmo roteiro, mas mantendo maior fidelidade a HQ. Sem contar que Londres seria um palco muito melhor para uma trama sobrenatural do que Los Angeles. Tá chovendo atores britânicos de talento que fazem muito sucesso em Hollywood. Por que a dor de corno em botar um americano no papel?Bem, mas como eu disse, é melhor desligar o modo fã babão. Vamos ao filme. Keanu Reeves não fede nem cheira no papel. Embora bem amenizado em relação aos quadrinhos (para agrdar a censura e aos retardados americanos), pelo menos ainda temos um anti-herói cínico e sem muita educação. A direção é excelente, os efeitos (embora abusivos para um filme que deveria ser mais sombrio) são muito bons. A trama, pra quem já não sabia gira em torno da morte da irmã gêmea da policial Angela Dodson (a sempre bela e competente Rachel Weisz), que pede ajuda a John Constantine para investigar as razões por trás do suicídio.Qual não foi minha surpresa ao ver o vocalista do Bush (a banda deve estar com o nome amaldiçoado por estes tempos atuais), Gavin Rossdale, interpretando o demônio Baltazar. Na verdade quem apontou foi um amigo meu que reconheceu o cara de imediato. Mas o personagem mais interessante e bem mandado do filme inteiro foi o anjo Gabriel, interpretado de forma andrógena pela atriz Tilda Swinton. Como Lúcifer, temos Peter Stormare (o cara que troca os olhos de Tom Cruise em Minority Report), que nos dá um climáx muito interessante.SPOILERRRRRRRSSSSSS O filme tem duas ceninhas que merecem nota. Uma delas é muito boa arrancando risadas e apalusos da galera, que é justamente Constantine indo para o céu, mostrando o dedo médio para Lúcifer, depois de ter enganado o líder supremo do inferno. A outra, bem antes de rolar os créditos, estraga a essência do herói muito mais do que qualquer cabelo negro e sotaque americano. Chiclete? Como assim chiclete? Vejam e entenderão.T+
Será que dessa vez vai?
Acabei de assistir o novo trailer (o oficial, e não a colagem feita por fãs) de Star Wars - Episode III. Bem, a prévia esta mais do que babante, mostrando um tom completamente mais sombrio do que dos filmes anteriores, prometendo muitas cenas épicas e possivelmente trazendo o orgulho de volta aos fãs. O primeiro episódio foi uma merda (exceto pela pancadaria com o Darth Maul). O segundo melhorou bastante, mas ainda tava longe dos filmes clássicos. Já este terceiro... beeemmmm... só em Maio que a gente vai saber, mas que promete, promete.O trailer novo pode ser baixado aqui e está fooooooda!Depois de Jumanji...
Zathura é meio que uma continuação, mas sem ter ligação direta com o filme estrelado por Robin Willians. Dessa vez o tabuleiro de jogo tem um tema espacial e faz com que a casa de dois irmãos vá parar no espaço, onde eles vão viver muitas aventuras. Tema bobinho? É, mas me lembra aqueles bons e velhos filmes de fantasia/sci-fi anos 80 que eu tanto amava, como Explorers, De Volta para o Futuro, A História Sem Fim, etc.O primeiro trailer promete coisa boa pra criançada, mostrando que não precisa fazer filme mongolóide (Xuxa, alguém?) pra agradar os pirralhos. Assista a prévia de Zathura aqui.T+
Are you a sinner? Good!
Aprenda a fazer um bom filme sobre HQs. Primeiro pegue uma boa obra. Segundo, escolha o diretor certo. Terceiro, seja fiel a fonte. Prooooonto. É difícil? Dãããã! Taí o novo cartaz de Sin City e o novo trailer, pra galera ficar salivando até o lançamento.Whata fuck?
Como assim o Head, guitarrista do Korn, saiu da banda porque virou crente? Porra, lá nem tem Igreja Universal, mas quando a merda atinge o ventilador ela realmente se espalha. Bem, eu creio que a gente deva respeitar a decisão do cara de abraçar uma religião, né? RIIIIIIIGHT! Vai se fuder!T+
Mais um rabisco...
Tentando dar uma variada no estilo... Cliquem aqui para ampliar.T+
Tatuagem...
É, tô querendo fazer uma, mas nunca acho alguma coisa que me satisfaça. Então, folheando um álbum do Hellboy, eu pensei: puxa, o Mignola manda bem pra caralho, bem estilizado e ainda é mestre de luz e sombras. Por que não? Achei este desenho dele, apliquei uma modificação, trocando a caixa de correio por uma cruz e coloquei as cores, ficando assim. No processo ainda treinei um pouco de arte final... hehehehehe! Deve ficar muito bem no braço. Vamos ver.T+
God have mercy of your soul, because I don't...
Sim, senhoras e senhores, para toda uma nova geração de crianças retardadas, que vivem com o sorvete grudado na testa, temos aí os Loonatics, que são uma nova versão dos velhos Looney Tunes. Pegaram cinco dos principais personagens, mais a Lola Bunny de Space Jam, e criaram o que os executivos acham que são personagens cool para a criançada mongolóide da era tecnológica. A história vai se situar 700 anos no futuro e nossos heróis lunáticos terão super-poderes. Olha, Tiny Toons foi uma idéia do caralho, Duck Dodgers, melhor ainda... e bem, Baby Looney Tunes é uma merda, mas tá lá no cantinho dele, entretendo crianças em idade pré-escolar. Mas agora nego foi longe demais.Bem, como por isso em termos educados? WARNER... VAI TOMAR NO MEIO DO CU, PORRA!Só tem uma explicação... o presidente daquela merda de estúdio só pode ser o Eufrazino, tendo o Hortelino como vice. Primeiro Crapwoman, agora isso.T+
A Canário é brasileira...
A nova temporada de Justice League Unlimited já foi lançada. Pude conferir o primeiro episódio que ficou maravilhoso. Os protagonista são o Arqueiro Verde, o Pantera e a Canário Negra, que descobri ser dublada pela brasileira Morena Baccarin, a gatíssima prostituta de Firefly.O episódio é foooooda. Aparece até a Roleta e sua arena de gladiadores. A animação nas cenas de pancadaria é extremamente bem feita, parecendo coisa feita para cinema. De deixar boquiaberto. Quiseram começar a temporada em grande estilo.O episódio duplo que fechou a temporada passada também arrasa. Com direito a participação especial de Hal Jordan e da Liga da Justiça do futuro. O encontro dos dois Batmans é impagável.Segunda e merecida temporada...
Minha atual série favorita, Battlestar Galactica, renovou contrato para uma segunda temporada. Depois de uma primeirona em grande estilo, não era muita surpresa que isso aconteceria. Os episódios finais te deixam roendo as unhas, com um cliffhanger filho da puta. Quem poderia imaginar que aquela imitação de Star Wars da década de 80 poderia se transformar num puta seriado. Na trama, neguinho só se fode, e é isso que garante público.Papel de parede para a galera.That's all folks! Ainda estou recolhendo os cacos depois de um carnaval em raves... a melhor coisa pra fugir do samba.T+
Rockbabes...
Bem, vejam que mundo engraçado. Sou desenhista de produção de um filme independente chamado Rockgirls. Vou cuidar da arte conceitual e dos storyboards. Aí esta o primeiro desenho, mostrando a protagonista. Cliquem aqui para ampliar.
T+
O cinzento mundinho colorido...
Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events é baseado nos primeiros volumes de uma coleção de livros que retratam as desafortunadas aventuras de três órfãos, Violet (não a dos Incríveis), Klaus e Sunny, que depois perderem os pais num incêndio, passam a pular de casa em casa, conhecendo os parentes mais inusitados e sempre perseguidos pelo excêntrico Conde Olaf, que esta atrás da herança das crianças.
Apresentado o enredo, vamos ao filme (já que eu não li livro nenhum). A principal impressão é que seria o filme perfeito para o Tim Burton dirigir, justamente por possuir aquele tom sinistro e bonitinho ao mesmo tempo. Infelizmente não é ele quem dirige, o que deixa o filme menos dark do que eu gostaria que fosse. De qualquer maneira, é um bom divertimento.
Visualmente falando o filme e maravilhoso. Tudo num tom cinzento, meio gótico, no estilo Família Addams (não é por acaso que tem a mão de Barry Sonnenfeld em ambos). A música poderia ficar melhor nas mãos de Danny Elfman, mas o compositor Thomas Newman não faz feio. Os personagens são o ponto forte e bem carismáticos. Violet é a mais velha, menina esperta e inventora. Klaus é um rato de livro e consegue se lembrar de tudo que aprende lendo. Sunny é um bebê que adora morder qualquer coisa, além de ser a coisa mais fofa do mundo (sacada interessante eles legendarem suas "falas"). Conde Olaf é o vilão da história, um ator de merda, cheio de excentricidades, que se acha o melhor do mundo... além de ser o personagem mais hilário do filme. Bem, o que não fica hilário na mão de Jim Carrey? As caretas típicas do comediante estão presentes, é claro, mas por debaixo de uma maqueiagem que o deixa completamente diferente do que estamos acostumados. Olaf imitando um Tiranossauro é impagável.
O filme também ainda conta com Maryl Streep, Dustin Hoffman fanzendo pontinha, e Jude Law, como o próprio Lemony Snicket, narrando a história.
Algumas questões ficam abertas e quem não conhece a série de livros pode ficar perdido. Não se explica muito sobre o tal grupo que os pais das crianças pertenciam e não se fala do significado da luneta. Assistam pra saber do que estou falando.
É um filme legal, mas que deixa aquela sensação de que poderia ser melhor executado. Ainda assim, na minha opinião, possui um um visual e um grupo de personagens mais interessantes do que Harry Potter.
E falando no tio Burton, confiram aqui o trailer de sua nova animação, The Corpse Bride.
T+
O Tarantino japa...
Takeshi Kitano (do filme Brother) é um puta diretor japonês, especializado em filmes sobre a Yakuza. Seu estilo é seco, cruel, sem romantismos, e direto ao ponto. Violência e bom humor são suas marcas, mesmo porque o cara costumava ser um comediante, antes de se aventurar pelos filmes sobre a máfia. Não é por acaso que o diretor de Kill Bill é seu fã.
Zatoichi foge um pouco dos filmes anteriores do sujeito, por retratar um espadachim cego do Japão feudal. Mesmo assim, o tema central ainda é a máfia. A contagem de corpos é enorme e a computação gráfica esta sempre presente para criar uma estilização do sangue jorrando, e membros sendo cortados. Apesar de toda a violência, o filme conta com um senso de humor surpreendente, com direito a número musical no final e a participação do equivalente japonês do Stomp.
No balanço final das coisas, acaba sendo o filme mais divertido do cara. Vale muito a pena ser conferido. Quem puder alugar em área 1, alugue. Senão espera.
T+
Muita gostosura pra pouco roteiro...
Assisti Elektra, filme solo da assassina mais famosa do mundo dos quadrinhos. Já fui não esperando grandes coisas. É uma merda? Claro que é, mas não chega a ser uma bosta tão cabeluda e cheia de mosquito quanto Mulher-Gato (Crapwoman).
Milhões de clichês e alterações desnecessárias do material das revistas. Tipo assim, os X-Men dos quadrinhos são uma bagunça em termos de cronologia e os personagens vivem mudando de acordo com a dança nas cadeiras dos roteiristas, por isso o filme sofre alterações válidas para o cinema, criando assim uma nova linha de história (adicione também um puta diretor). Agora, com Elektra, beeeeeeemmmmm, você tem todo um belo repertório escrito por Frank Miller e tantos outros, que poderiam constituir num puta roteiro, que além de bom, de quebra ainda seria fiel a fonte, mas que é devidamente ignorado. Conclusão, temos um Stick bundão, se comparado ao filho da puta que ele realmente é, uma Mary Typhoid jogada pro segundo plano, e uma Elektra com visão "Thundercat" além do alcanse e que praticamente se teleporta. Isto somado ao veeeeeelho clichê da historinha do "the chosen one" que já esta dando no saco. Por que diabos todos os heróis do cinema hoje em dia tem que ser os escolhidos e predestinados de alguma merda? Por que eles não podem mais apenas... ser o que eles são?
Bem, a Marvel nos deu X2 e Homem-Aranha 2... ela ainda esta na vantagem. Eu dou meu perdão.
T+
Alexander, the Gay!
Não... não estou falando da homosexualidade do conquistador macedônico (aliás, que bom que ela não foi deixada de lado, para demonstrar o mínimo de respeito histórico), mas sim do filme que retrata um dos maiores nomes da história antiga, grande líder militar, estrategista nato, como um franguinho chorão que não consegue por ordem na casa.
O filme do tio Stone se foca mais no dramalhão do que no épico, o que acaba estragando tudo, deixando de lado fatos importantes da vida de Alexandre, não transmitindo carisma para o personagem.
Isto é uma análise por alto. Não vou entrar em detalhes. Já esta de madrugada, acabei de chegar da rua e estou cansado. Basta saber que pisaram na bola feio.
Peeeeeeelo menos, o filme é bonito pra caralho, e tem a Angelina Jolie... dã!
T+
Mais desenho...
WCPD é uma veeeeelha história minha. Espero este ano finalmente começar a fazer a HQ desse negócio. Cliquem aqui para ampliar.
Ah! E pra quem não sabe, todo desenho meu que eu coloco aqui no blog, vai pra minha galeria aí do lado.
T+
Começando os rabiscos de 2005...
Minha personagem de um joguinho de super-heróis, a Laracna (o professor Tolkien deve estar se revirando no túmulo), também conhecida como a garota-alternativa-aranha... hehehehehe! Cliquem aqui para ampliar.
Este desenho é praqueles que achavam que eu não sabia fazer pernas.
T+
Will Eisner
O mestre, criador do Spirit, morreu nesta segunda, aos 87 anos. Vai fazer muita falta com certeza. O cara foi inovador no jeito de se contar uma história em quadrinhos, criando toda uma linguagem própria que virou referência para muitos.
Este desenho meu é antigo, mas serve de homenagem. Cliquem aqui para ampliar.
T+
2 0 0 5
Hey, folks! Passei meu réveillon em Itacuruça, numa pequena ilha de uns amigos meus. A virada do ano foi com música eletrônica, numa rave improvisada, com direito a light sticks e luzes piscantes. Me senti em Zion, praticamente. Eu fiquei trêbado. Acabei sozinho com uma garrafa de vodka e acordei com altos lapsos de memória. Felizmente não botei pra fora o que havia comido, mas passei a tarde do primeiro dia do ano numa ressaca miserável. Foi uma boa maneira de começar 2005, com certeza. Levando em consideração que passei minhas últimas passagens de ano em casa sem porra nenhuma pra fazer, essa pequena viagem com amigos foi muito bem-vinda. Estou queimado de sol e com muitos neurônios faltando. Yeeaaahhhh!
Mãe de um amigo meu - "Acabaram com a vodka?"
Eu, sentado ao lado dela (com ressaca) - "Acabei!"
T+
Para o Sobrecarga...
Charge meio em cima da hora para o Natal, mas só agora bateu inspiração. Cliquem aqui para ampliar.
Boas Festas, cambada!
T+
My prrrreeeeeeciussss!
Chegou aqui em casa hoje e já assisti. São mais de quatro horas do melhor que há em termos de cinema. As cenas adicionais são maravilhosas, embora tenha faltado um ou outro detalhe que eu gostaria que entrasse. Mas de qualquer maneira, o que já era excelente, ficou mais foooooda ainda.
Agora eu tenho que dar uma saída, mas pretendo passar o fim de semana vendo extras e mais extras.
T+
So sad...
ampliar
O primeiro foi meio mais ou menos, mas rendeu um bom futuro para os filmes da Marvel que estavam por vir. O segundo, muito bom, com uma excelente direção de Guilhermo Del Toro, trazendo boas cenas de ação e um clima mais sinistro. O terceiro, beeeeeemmmmmm...
Blade Trinity tem bons personagens, tem orçamento, tem o vilão supremo, mas tem uma direção de meeeeerrrrrrda. David S. Goyer que foi roteirista dos filmes anteriores, e deste também, foi querer inventar de ser diretor, e só fez cagada.
Blade dessa vez é caçado pela polícia e recebe a ajuda de um grupo de caçadores chamados Nightstalker, que o auxiliam na batalha contra o vampiro primordial, Drácula (Dominic Purcell, da série John Doe). Novos personagens nos são apresentados, como a filha de Whistler, Abigail (a belíssima Jessica Biel) e Hannibal King (Ryan Reynolds), um sarcástico caçador, que costumava ser um vampiro. Ele aliás, rouba a cena arrancando boas gargalhadas. E é claro, temos Snipes mais uma vez fazendo bem o seu papel de anti-super-herói-cool, que não leva desaforo pra casa.
Infelizmente, as coisas boas param por aí. O roteiro o filme é simplista, mas mesmo assim mal mandado pacas (com furos horrendos). A direção é de principiante que não sabe criar um clima adequado, não tem um bom timing, faltam maiores noções de storytelling, possui tomadas pobres, e nem ao menos sabe conduzir uma boa seqüência de ação (se bobear, o primeiro filme ainda é melhor nesse quesito). Tipo assim... dá na minha mão que eu faço melhor.
É como se o segundo filme, que foi excelente perto desse, não tivesse deixado nenhuma lição a ser aprendida. É foda mesmo! Uma pena... Blade é legal, só precisa de um diretor competente.
T+
Clash of titans...
Acabo de voltar do show que reuniu Pennywise e Bad Religion. Desnecessário dizer que estou estragado de cansaço e sem voz. Fooooda! "I'm not coming with the same old stooooory!"
O Bad Religion encerrou com American Jesus. Já os caras do Pennywise usaram esta:
Bro Hymn Tribute
To all our friends present past and beyond
though you weren't with us too long
life is the most precious thing you could lose
while you were here the fun was never endin
glaugh a minute was only the beginning
Jason Mathew Thrisk this one’s for you
ever get the feeling you can't go on
just remember whose side it is that you're on
you've got friends with you 'till the end
if you're ever in a tough situation
we'll be there with no hesitation
brotherhood's our rule we cannot bend
when you're feeling too close to the bottom
you know who it is you can count on
someone will pick you up again
we can conquer anything together
all of us are bonded forever
if you die I die that's the way it is
To all our friends present past and beyond
to all those who weren't with us too long
life is the most precious thing you could lose
while you were here the fun was never ending
laugh a minute only the beginning
jason my brother this one’s just for you
T+
Natal digital...
Assisti hoje ao Expresso Polar. Gostaria de ter visto um filme assim uns 17 anos atrás, para poder embarcar neste conto de fantasia por completo, deixando todo meu lado cínico de lado. Ainda assim o longa manda muito bem, contando uma história até simples, mas cheia de imaginação. Acho que veio numa época certa, afinal as crianças americanas precisam acreditar em alguma coisa verdadeiramente boa, já que elas tem uma besta apocalíptica no domínio do país.
A história gira em torno de um garoto (cujo nome não é citado), que anda meio descrente com Papai Noel, e acaba ganhando uma passagem a bordo do trem mágico que segue em direção ao Pólo Norte.
Mas o que me levou mesmo a assistir o filme, foi a técnica de animação empregada, em que a atuação dos atores era capturada para o ambiente virtual, fazendo com que Tom Hanks, Nona Gaye (a Zee de Reloaded e Revolutions) e Peter Scolari tivessem a oportunidade de viver personagens completamente diferentes, como crianças por exemplo. Só o tio Hanks ficou com seis papéis diferentes, incluindo o do bom velhinho. Outra coisa que caiu bem com a computação gráfica foi a composição dos cenários, um mais bonito que o outro.
O filme é dirigido por Robert Zemeckis, o cara que nos trouxe pérolas como De Volta para o Futuro. Pra variar, onde o sujeito bota a mão, nasce alguma coisa boa. Acho que O Expresso Polar pode se considerar um clássico infantil desde já.
T+
Eu vou...
Ao show de aniversário da rádio Cidade, por um... não... DOIS motivos simples: Pennywise (foto) e Bad Religion no mesmo dia. Punk rock na alma.
É a primeira vez dos caras do Pennywise por aqui. É uma de minhas bandas favoritas, tenho quase todos os discos e quando eu ouvi, dirigindo o meu carro, que eles marcariam presença, juntamente com outra banda foda, que é o Bad Religion, eu simplesmente liguei a seta e virei em direção ao Via Parque, sem pensar duas vezes, para comprar o ingresso no Claro Hall. Foi um preço salgado, pra quem não tem mais carteirinha de estudante, mas valeu cada centavo. Infelizmente vou ter que aturar duas bandas antes dos caras, mas tá beleza. O CPM22 eu quero que se foda. Já o Dead Fish, ouvi falarem bem, mas nunca ouvi tocando.
Dia 5... Domingo... às sete da noite. Até que enfim a rádio Cidade fez algo que preste.
T+
Natal feliz para o papai aqui...
Esta gracinha será lançada dia 14 de Dezembro. Ainda estou vendo se consigo a versão de gente grande, que é essa da foto, ou a versão pra pobre, que não vem com a miniatura de Minas Tirith e o dvd de bônus que fala sobre a Sinfonia de Lord of the Rings, do Howard Shore.
Serão 50 minutos de cenas a mais, totalizando mais de quatro de babação diante do melhor filme já feito. Quem quiser ver um trailer com as cenas adicionais, dá uma passadinha no site oficial. Dia 29 deve sair mais um preview com seis minutos.
T+
Novos rabiscos - Spider-Man and Doc Ock...
Ampliar
Ampliar
Eu deveria fazer mais desenhos do Homem-Aranha, afinal é o meu personagem favorito, mas fazer aquelas teias no uniforme é um saco.
T+
Estilo animado...
Momento babação. Visitem o site de Nick Bradshaw, um puta desenhista que possui um traço com trejeitos de animação. A galeria dele conta com muita coisa rabiscada a lápis, o que eu acho perfeito.
T+
A Pixar não erra...
E eu confirmo isso depois de ter assistido, ainda agorinha, Os Incríveis. O filme é foooooooda! Eu sabia que Brad Bird na direção e com a animação suprema da Pixar, não poderia dar errado. Ação e comédia na dose certa, quando uma família de super-heróis é forçada a sair do anonimato devido a um novo vilão megalomaníaco. Entrarei em maiores detalhes quando o filme for lançado nos cinemas daqui, mas já adianto que é tudo de bom.
Consegui achar melhor que Procurando Nemo, mas como o tema já me agrada de começo, sou suspeito para falar. Fiquei sabendo também que o filme não chegou a conseguir a censura livre, o que é boa notícia pros mais velhos. A ação é frenética, mais até do que eu poderia esperar, com muita pancadaria, tiros, explosões e super-poderes. O design dos personagens lembra um pouco o Gigante de Ferro, outro longa fodérrimo do mesmo diretor. A animação da Pixar atingiu um patamar de perfeição, com movimentos, expressões e gráficos pra lá de babantes.
Ah, sim! O primeiro marvelmaníaco que chegar dizendo que é cópia do Quarteto Fantástico, vai apanhar... Porra!
Preciso ver novamente... preciso ver novamente... preciso ver novamente... preciso ver novamente.
Uhhh... Babe Incredible!
T+
Já parou para pensar para onde vamos?
Se depender desses caras, nós vamos pro inferno, sorrindo ainda por cima. Comprei Monty Python e o Sentido da Vida, que é um dos filmes mais recentes do grupo britânico, já nos anos 80. Minha coleção dos Pythons está crescendo (só irão ficar faltando mesmo as caixas com a série The Flying Circus completa, porque são caras para caralho). Já tenho The Holy Grail e uma caixa com quatro especiais, incluindo o show ao vivo no Hollywood Bowl. Agora estou aqui encomendando A Vida de Brian, que acabo de descobrir que possui uma versão nacional.
Ah sim! Minha coleção de DVDs já conta orgulhosamente com mais de 200 títulos. Sim, eu sou um tarado.
Mais um rabisco...
Cliquem aqui para ampliar.
T+
Um minuto de silêncio... pela morte da liberdade e democracia!
"Se fode aí!"
Dar mais quatro anos para Bush é como dar uma arma nas mãos de uma criança (retardada). Que Deus abençoe a América... porque o resto do mundo tá mais do que fudido agora.
T+