Sexta-feira, Dezembro 18, 2009
Ainda o rei do mundo...
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Sexta-feira, Dezembro 04, 2009
Among Thieves




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Domingo, Novembro 22, 2009
Invaders must DIIIIIEEEEEEE!


(Chupado da Wiki) The Prodigy é uma banda britânica de música eletrónica, considerada uma das maiores referências de um sub-género desta, o big beat. Iniciaram a sua carreira em 1990, quando Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill se cruzaram num clube na cidade onde viviam, Essex e decidiram formar um grupo. A intenção era Keith e Leeroy ocuparem a posição de dançarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto aconteceu no The Labyrinth em 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (no papel de MC), acabando por ficar até hoje nessa função.
Desde então a banda que começou a tocar em raves pelo Reino Unido tem realizado concertos em vários pontos do mundo, passando pelos principais palcos e festivais da Europa, Austrália e Estados Unidos, até aos destinos menos usuais, como Líbano, Indonésia e Malásia. A banda possui já anos de experiência, com altos e baixos, sendo o auge da carreira em termos comerciais quando o compacto "Firestarter" em 1996despontou na grande mídia. A par do compacto seguinte, "Breathe", "Firestarter" criou condições para que o terceiro álbum da banda The Fat of the Land fosse topo de parada em vários países (22 ao todo, na primeira semana seguinte ao lançamento) expandindo assim ainda mais a sua base de fãs. A banda já recebeu várias nomeações e prémios da indústria discográfica, no qual o destaque vai para Grammys e vitórias em várias categorias da entrega anual dos Prémios Europeus de Música da MTV.
Em 2000, Leeroy Thornhill abandona o grupo de forma definitiva, dedicando-se ao seu projecto Flightcrank e ao djing. A sua saída, só se fez sentir no espectáculo ao vivo, já que este nunca contribuiu para a música da banda.
Em 2004, lançam Always Outnumbered, Never Outgunned, álbum que não conta com os préstimos de Keith e Maxim nas vocalizações, tendo o mentor dos The Prodigy, preferido por convidar outros artistas, como a atriz Juliette Lewis, Liam Gallagher dos Oasis. O álbum não foi bem acolhido, quer pela critica quer pelos fãs, por possuir uma sonoridade electro, género que se viria a tornar popular pouco depois.
Em 2005, é lançada a compilação Their Law, The Singles, uma compilação que agrupa todos os singles da banda, excepto Fire e Babys Got a Temper. É lançado ao mesmo tempo um DVD, com o mesmo nome, que reune os videos da banda e uma atuação ao vivo de 1997 na Brixton Academy.
Em 2006, abandonam a sua gravadora de sempre, a XL-Recordings, e formam a sua própria editora, Take Me To The Hospital, que está indexada à Cooking Vinyl.
Em 2007 a banda deu alguns concertos sobretudo em festivais, em países como o Dubai, Portugal (Creamfields), Espanha e Bélgica, preparando o próximo álbum de originais.
O novo álbum, editado no dia 23 de Fevereiro de 2009, chama-se Invaders Must Die. O primeiro avanço de apresentação deste álbum, foi disponibilizado gratuitamente no site da banda e com um vídeo, apesar desta faixa, "Invaders Must Die" (que conta com a participação de James Rushent dos Does It Offend You Yeah?) não ser um single, já que não houve edição física do disco ou venda digital do mesmo. A faixa "Run With The Wolves" e a "Stand Up" tem a participação de Dave Grohl, (Foo Fighters, Nirvana). O primeiro single chama-se Omen (este tema na alemanha chama-se apenas O, devia a ameaça judicial de um grupo de eurodance dos anos noventa, chamado Magic Affair, já que estes tiveram um sucesso nos anos 90 com uma música intitulada de Omen III (pode ser ouvida no youtube).
O primeiro single do álbum Invaders Must Die foi Omen (Fevereiro 2009), o segundo Warriors Dance (Maio 2009) e o terceiro Take Me To The Hospital (Agosto 2009). (fim da Wiki)

Mas porque to fazendo esse post agora? Pois só agora eu catei aqui um show deles no Rock Am Ring, da MTV, na Alemanha, e trouxe de volta toda minha adolescência de revoltado. O Prodigy pra mim sempre foi the fucking supreme band de música eletrônica. Era o mais próximo que eu tinha de cyberpunk, além de Atari Teenage Riot, outra puta referência. Quero que a galera que lê o blog regularmente saiba de onde ele veio e o tipo de som eu escuto. Assisti o Prodigy ao vivo quando o Metropolitan ainda era Metropolitan, e os caras estiveram por aqui de novo em outras oportunidades que eu deixei passar por pura falta de grana. Ser pobre é uma merda!
Mas pra quem não conhecia (ou viveu numa caverna durante a década de 90) fica aí a dica. É pra dançar e bater a cabeça ao mesmo tempo. Liam Howlett... tu manda bem pra caralho!
I'm the trouble starter, punkin' instigator
I'm the fear addicted, a danger illustrated
I'm a firestarter, twisted firestarter
You're the firestarter, twisted firestarter
I'm a firestarter, twisted firestarter
I'm the bitch you hated, filth infatuated - yeeeaaaah
I'm the pain(t) you tasted, well intoxicated
I'm a firestarter, twisted firestarter
You're the firestarter, twisted firestarter
I'm the self inflicted, mind detonator - yeah
I'm the one infected, twisted animator
I'm a firestarter, twisted firestarter
You're the firestarter, twisted firestarter
I'm a firestarter, twisted firestarter
T+
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Quinta-feira, Novembro 19, 2009
DnD Metaaaaallllllll!
Domingo, Novembro 15, 2009
Fantasmas, Mutantes, Zumbis e a Era da Excrotidão!





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Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Avatar...
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Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Novo rabisco
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
Era uma vez...

Ok, eu não sabia muito o que esperar de Inglorious Basterds quando fui assistir. Eu sei o que esperar de um filme do Tarantino, e eu sei do que esperar de um filme de Segunda Guerra. Mas eu não sei o que acontece quando os dois se encontram.
E que gostoso descobrir que Tarantino não se entregou a sensibilidade politicamente correta dos demais diretores atuais, que querem sempre mostrar os horrores da guerra e exaltar o heroísmo dos Aliados em cenas épicas de batalha. O tio Quentin faz o SEU filme de guerra. Pra começar, não tem nenhuma batalha épica. O filme se passa na França ocupada pelos nazistas. Logo de cara somos apresentados ao melhor personagem do filme, o nazista “Caçador de Judeus” Hans Landa (Christoph Waltz, ator austríaco que pra mim já merece um Oscar). Longe de mim simpatizar com um nazista, mas é o carisma vilanesco que faz dele genial. É o cara que senta e conversa contigo numa boa antes de cometer alguma atrocidade... como 90% da galeria de personagens de Tarantino. No capítulo 1, além de sermos introduzidos ao vilão, também temos o começo da história de Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), uma judia que presencia o massacre de sua família e foge para 4 anos mais tarde reaparecer com uma nova identidade, e dona de um cinema (que servirá de palco para o clímax do filme).
Após esta tensa introdução, temos outra, mostrando o grupo de soldados judeus, comandados pelo Tenente Aldo Raine (Brad Pitt, completamente caricato e genial), conhecidos como Bastardos, em sua “missão” de colecionar escalpos de nazistas na França ocupada. Mais tarde o esquadrão se junta à atriz alemã e agente infiltrada Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger) em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. E os destinos convergem para o cinema onde Shosanna está planejando a sua própria vingança.
O filme possui poucas cenas de ação e muitos diálogos (é Tarantino, duh!). E se concentra bastante na qualidade do elenco. Do grupo do Ten. Raine, vale destacar dois membros muito fodas. Como dessa vez Tarantino não atua no seu próprio filme, como costumava fazer, ele coloca seu amigo Eli Roth (diretor de O Albergue), como Sgt. Donny Donowitz, conhecido como “Urso Judeu”, especializado em matar nazistas com um taco de beisebol. O outro destaque é Til Schweiger como o Sgt. Hugo Stiglitz, um soldado alemão renegado... e meio psicopata... que tem em seu currículo dezenas de mortes de membros da Gestapo.
O próprio Pitt não chega a roubar nenhuma cena (todas elas foram já devidamente clamadas pelo vilão Hans Landa), mas posso destacar uma em que ele precisa se disfarçar e tenta arranhar alguma coisa em italiano com aquele sotaque fortíssimo de red neck do Tennesse. É de fazer uma cena que seria tensa, a coisa mais cômica do mundo. O filme também tem uma breve participação de Mike Mayers (irreconhecível como General Ed Fenech, da Força Aérea Britânica). O papel é pequeno, mas já solta uma das pérolas da película: "We have all our rotten eggs in one basket..the objective of the operation: blow up the basket". Outra participação, não creditada, é de Samuel L. Jackson (o arroz de festa), como a voz do narrador.
Bem, é isso. Filme foda, diálogos maravilhosos servindo para construir situações pra lá de tensas, personagens memoráveis, bela fotografia, violência tarantinesca e um final... que eu não vou contar, obviamente, mas nas palavras do Professor Farnsworth naquele memorável episódio de Futurama em que eles voltam no tempo até a Área 51: “SCREW HISTORY!”
T+
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Terça-feira, Outubro 06, 2009
VGL 2009







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